ehl
Bem...não sei o que escrever...estou com dores de mais para pensar no resto da minha história...peço desculpa!
plágio novamente =P
A visão da história da humanidade, segundo Nietzsche, assenta na concepção de um eterno retorno. Quando forem realizadas todas as possibilidades de combinação dos elementos, tudo voltará a repetir-se num novo ciclo. A cultura ocidental, segundo Nietzsche, depois de uma fase de apogeu, desde Sócrates que entrara numa longa fase de decadência que a conduziu ao Niilismo, marcado pela ausência de valores, terminando no indiferentismo. Neste percurso os valores superiores foram sendo substituídos pelos valores dos escravos, difundidos pelo Cristianismo e consagrados nos regimes democráticos e a ascensão das classes trabalhadoras. Estes falsos valores negam a vida em nome de ilusões (ideais) ou de uma vida futura.
A única possibilidade de sair desta fase de decadência é o homem transformar-se a si próprio, mediante a transmutação de todos os seus valores, encaminhando-se para aquilo que designou por Super-homem. Apenas uma pequena elite atingirá este estádio.
Untill

2 Comments:
Não percebo o que são valores superiores ou valores dos escravos =x mas era giro se a humanidade fosse descrita de uma forma tão simples ...
Tás com dores? o.o
então as melhoras ^^
*****
por acaso, já depois de ter lido este texto no teu comment no meu fotolog aconteceu-me outra daquelas coincidências incriveis. estava a estudar na sala quando uma força misteriosa me fez retirar um dos muitos livros da prateleira sem ver o nome. isto estva lá, na primeira página:
"O eterno retorno é uma ideia misteriosa de Nietzsche que, com ela, conseguiu dificultar a vida a não poucos filósofos: pensar que, um dia, tudo o que se viveu se há-de repetir outra vez (...) O mito do eterno retorno diz-nos, pela negativa, que esta vida, que há-de desaparecer de uma vez por todas para nunca mais voltar, é semelhante a uma sombra, é desprovida de peso, que, de hoje em diante e para todo o sempre, se encontra morta e que, por muito atroz, por muito bela, por muito esplêndida que seja, essa beleza, esse horror, esse esplendor não têm qualquer sentido."
e assim, eu que nunca tinha tido conhecimento do mito do eterno retorno do Nietzsche dou por mim a não ouvir falar de outra coisa em dois dias. estranho, não?
(já agora, o livro é "A Insustentável Leveza do Ser, do Milan Kundera" a ver se agora o leio)
Post a Comment
<< Home