Resurrection is for those who didn't get it right

Friday, November 17, 2006

In Somnis


Eating my inside,chewing every part
It's the end of any ache
Replaced by blood and hate
For I can not live with the revolution taking place in my heart

Faces become blurry,'cuz I'm forgetting who they really are
Cuz I'm forgetting who I am

And smiles don't mean a thing
And words are pure lust
And if it had no meaning
How come I'm left with dust?

Explosions in my mind,making me weak
Concentration seems to slip
Sleepless hours,more like dead hours
Changing my hopes
Changing me

Now I am absentimental
Now I can't see
Now I'm locked inside
Now you've taken a part of me

No feelings remain
Hide from their world
Stay in my own

You used to mean nothing,to me
I used to be nothing
I'm not sure anymore

But these are only lines
lines are only words
words are only lies
lies are created by fear
fear is pulling my strings
for it controls me

And all 'cuz there's a revolution in my heart
surviving,
fighting
against me

Wednesday, October 11, 2006

Not So Fabuleux


Recentemente vi o filme "Le Fabuleux Destin D'Amélie Poulain" e passeio o dia todo a pensar sobre o mesmo.
Para quem não viu,um resumo muito breve:é a história de uma rapariga que por falta de amor dos pais e falta de amigos,criou um mundo dela,um mundo de ilusão tornando-se numa jovem adulta incapaz de enfretar a realidade,apreciando as coisas pequenas.O seu destino muda pelo simples facto de descobrir um antigo "tesouro" de um pequeno rapaz que habitou a sua casa à imensos anos que a fez intrometer-se na vida dos outros.Um dia Amélie apaixona-se por um empregado em part-time num combioi-fantasma e numa sex-shop,coleccionador de fotografias abandonadas e rasgadas à volta das Photomatons.Começa então o jogo das escondidas à volta de um albúm de fotos perdido,bilhetes originais e objectos falantes.
Este filme fez-me pensar na minha vida e um pouco na vida dos outros também.Adoraria ser como Amélie,inventando e re-inventando o mundo à minha volta,fazer as coisas complicadas simples e divertidas e as coisas simples mais complicadas e impossíveis.Quem não tem medo do normal?Quem não sonha com uma paixão que comece com o primeiro olhar?Ir mais além e nunca o demonstrar...
Divagar por entre os passeios,o metro,a chuva reparando em todos os pequenos pormenores,todos os dias como se os tivesse a ve pela primeira vez.Sentir aquela sensação do novo,da descoberta,da posterior curiosidade...aquela sensação de pequena euforia.Olhar para a transparência de cada alma e ajudar anonimamente sem receber o vulgar obrigado.
Falo por mim,quando digo que no meu dia-a-dia jamais era capaz de ser diferente do que sou,por muito que queira.Posso fazer aquilo que quero,mas realmente não o posso,porque não tenho coragem para as reacções,se bem que tantas vezes essas são ignoradas.Tenho que me submeter para ser tudo aquilo que imagino um dia vir a ser,no entanto sem certezas.E submeto-me a quê?A horários,a rotinas,a manisfestções públicas,a aglomerados,a locais,a leituras,a conversas...Metamorfoses que me transformam e moldam para caber em cada um daqueles orifícios sufocantes nas horas mortas...quando chego a casa,e me apercebo,é tarde de mais.Volto a mim,mas não fui ou não sou naquele ou no outro instante,eu mesma,pois senti vontade de gritar e reprimi,assim como reprimo tantas outras coisas ao longo das semanas,dos dias,das horas,dos minutos,dos segundos.Sinto isso enquanto escrevo,agora.
Não se trata de um tema politico.Mais de um tema cultural,de um certo tabu pois nunca ouço ninguém a falar sobre modos de vida alternativa.É ousado e preguiçoso pensar sobre tal?
Por enquanto vou tentando pertencer pois não deixo de ser banal,mas também não me sinto exactamente igual

Saturday, September 30, 2006

Utopia



E os sonhos tornaram-me mais perfeitos,mais nítidos...A imaginação tornou-se realidade e o mundo perdeu todo o seu suposto sentido.Os tons cinzentos foram substituídos com as mais diversas cores,novas cores nunca antes criadas;as máscaras foram trocadas por sorridos verdadeiros;alucinações transformadas diárias,as drogas passaram a ser o novo vinho criando as emoções fugidias ou exageradas;a música corria no sangue de cada um como um veneno incurável.Não havia monotonia,não havia medo...Por vezes havia saudade e tristeza por aqueles que negavam o sonhar e simplesmente dormiam,desejosos de acordar para as suas penosas vidas.
Era tudo tão real que parecia ser falso...e para quem se fartava dessa vida demasiado fácil havia uma sala,pequena,escura,apenas com uma lanterna que lhes fazia lembrar o sufoco a prisão de um sistema antes usado.Essa idea no inicio dava conforto,bastava obdecer e nunca questionar...mas logo sentiam falta do cheiro das flores,dos montros presos no inconsciente,das infecções de seretonina.
Assim se brincava,se celebrava a vida,por uma estrada dourada e uma paz merecida

Tuesday, September 19, 2006

The point is

The point is that there's no point...just a lot of non sense

A inspiração...é terrivel quando esta decide tirar umas férias,ajudar outro necessitado.Apodera-se de ti o desgosto mas sobretudo a frustração.Mas obtém-se inspiração dos mais diversos objectos,ou situações,ou pessoas,ou de de nós mesmos...ou talvez a inspiração nunca nos deixe e apenas fique reprimida debaixo de um fraco auto estima e para ela voltar basta esquecer o que somos e o que vivemos e que a perdemos e simplesmente escrever,pintar,cantar,desenhar,etc,sem pensar.O nosso mal é que pensarmos de mais,a consciência é inevitavel na nossa raça.A nossa maior virtude é portanto a nossa maior desgraça.Não louvo o puro instinto animal,pois admiro a compaixão,a misericordia,etc.Não era mais facil sair de casa num fato de carnaval diferente todos os dias,sem ter a nossa consciência a massacrar com as mais diversas dúvidas e medos.Um exemplo idiota,bem sei...
Assim não preciso de encontrar o momento perfeito,nem a pessoa perfeita,nem o sentimento perfeito...basta por breves segundos encontram-me e extrair-me do meu corpo,para me perder outra vez.Confuso?Para mim não.Parece muito mais fácil olhar para nós mesmos através de outros olhos,mantendo uma certa imparcialidade,uma barreira de segurança.É muito mais fácil criticar um estranho do que um amigo.O pior é mesmo ficarmos perdidos nessa ilusão,nessa ascensão e não encontrar ou não querer encontrar o caminho de volta para o nosso corpo.
É uma montanha russa.Por vezes tens que te adaptar,e outras tens mesmo que escapar.

Like I said...
non sense

Tuesday, August 29, 2006

...

Brotei do ventre de uma falsa,de alguém que se perdeu,de alguém que gritou mas ninguém a ouviu e quando deu conta já o néctar entrara dentro dela,a sensação de extase,a overdose momentanea.Brotei de um embrião amorfo,que pouco a pouco ganhou carácter,brotei de uma criança e ouvi a minha primeira palavra.Não apenas a ouvi,também a senti.Senti o ar escapar-se lentamente,e a entrar tal qual como tinha saído.O diafragma estalava fragil,o meu crânio batia a um compasso quaternario,os meus membros mobilizados,os meus olhos cerrados.Em vez de 9 meses,demorei 2 anos a nascer,a renascer.Como a Fénix,a combustão espontanea consumia-me,desencadeada pela minha raiva e dor,pelo desprezo.Mas logo renascia das cinzas,aguardando o cheiro a querosene.

Thursday, June 15, 2006

And in between I drank...black coffee



"The stitches and bruised skin are starting to fall appart,as the pieces of my glued little heart.I've tried to put myself back together in one giant piece of human leftovers,but there's just some part of the puzzle I can't find,some small piece I left behind and now that it's missing I can't restart.I don't feel this needle stitching trough my rotten organs,I don't remember a thing,I don't have any clothes on...must have let them somewhere.The same somewhere I left the piece,that belongs in my ribcage.I know it's missed there because I can't carry the world on my shoulders as I used to,and it's slowly slipping away from my back.I now remember that once I've dropped and it started crying,it took me forever to shut him up but sometimes he still weeps,not from the fall,but from the internal bleeding that will not coagulate.And I need to know where the fuck is somewhere.Because I remember being more than a vodoo doll,by some hanging trees...drinking black coffee,talking about world peace."



Untill

Monday, May 29, 2006

Fucking Hostile

Right ! now ! ha ha ha ha ha
I am an antichrist
I am an anarchist
Dont know what I want but
I know how to get it
I wanna destroy the passer by cos i
I wanna be anarchy !No dogs body
Anarchy for the u.k its coming sometime and maybe
I give a wrong time stop a trafic line
Your future dream is a shopping scheme cos i
I wanna be anarchy !In the city
How many ways to get what you wantI use the best I use the rest
I use the enemy I use anarchy cos i
I wanna be anarchy !The only way to be !Is this the m.p.l.a
Or is this the u.d.a
Or is this the i.r.a
I thought it was the u.k or just
Another country
Another council tenancy
I wanna be an anarchist
Oh what a name
Get pissed destroy !


http://fun.sdinet.de/flash/crazy-rabbit.swf Cenoura,cenoura......aww...


Esta nova força assentou-me bastante mal no estomago.Sentia um imensa vontade de vomitar e expelir todas a impurezas dentro de mim e ao mesmo tempo sentia-me melhor do que nas ultimas horas e até mesmo dias.
Apanhei-o de surpresa,parecia que ela agora temia mesmo pela sua vida,depois de me ter deixado sem forças,presa ao chão.
Mas o que é que eu tava a dizer...nem eu sei como é que consegui libertar-me daquelas correntes invisiveis.Seria eu uma pessoa anormal,digo,um mutante?Uma bruxa?Alguém me teria proporcionado tal poder?Tudo isto assustava-me,pois este não era o passada esquecido que eu procurava.Já não bastava saber que estive em vias de me matar e agora isto!
Achei que o melhor a fazer era aproveitar o medo que lhe causei e tentar sacar-lhe algumas respostas tanto pela a sua atitude,como para a minha força.Mas ele nem me deixou falar...
"E mais uma vez sais vitoriosa....Não sei...como é que lembrar-te o modo de activar o teu poder,mas quero que saibas....que...que...não estou nem...ham...um pouco preocupado.Fica sabendo...hum...que estou mais forte do que antes...e...e....já não tenho medo de ti! -as palavras sairam cuspidas lentamente da sua boca pequena
Apenas agora tivera oportunidade de olhar para a sombra,que afinal não era mais do que um rapaz ruivo de nariz empinado,magricela e uma capa escura desleixada.Quase que ri na sua cara,pois a diferença de idade entre nós era visivel,no entanto,nunca devemos julgar alguém pela sua aparência,e acho que este facto já estava mais do que provado.
-Ouve lá oh pirralho,quem és tu?Quero saber de imediato o que é que se passou aqui,percebes?E aviso já que me deixas-te com pouca paciência?
-Pronto,pronto,não te irrites!Eu estava só a brincar,como antes...lembras-te?-com ar trocista
-Prender-me ao chão e deixar-me quase incapacitada de respirar parece-te uma brincadeira?
-Antes era...E achavas imensa piada...
-Mas que estupidez!Quero saber que historia é essa de estares sempre na minha sombra e quem és tu?
-Duh!Não se nota as semelhanças?Apontando para um quadro à esquerda.Lorde Cryfolk III.Já deverias saber issõ,não é priminha?
-Desculpe ó majestade,mas caso não se lembre encontro-me com problemas na memória,como teve a delicadeza de salientar enquanto me tinha presa!Porque é que o fizeste?Vá,responde!
De repente no salão fez-se um enorme clarão,que me projectou contra a parede mais próxima.
-Que gritaria é está?Será que ninguém nesta casa sabe que são horas de adormecer a Cassandra?Ai,desculpa Mariana,não sabia que eras tu,mas sabes as normas,não há barulho até às 6-disse voltando-se para mim,Quanto a ti Julius...é sempre a mesma coisa!Quando o teu pai chegar...é que eu nem quero ouvir desculpas!Já para a masmorra e nada de levar a RealPlay,como das ultimas vezes!Vá!Andor!
-É sempre o mesmo...-e Julius abandonou o salão resmungando
-Desculpa querida está tudo bem contigo?Estás tão magra,filha.Aquele hospital deve ser horrivel,acho que um processo lhes ia saber que nem ginja.Deixa-te estar ai que vou só fechar a porta do quarto.-Deu-se de novo um clarão e poff...lá estava eu sozinha naquele enorme salão.
"Mas que....?O que é que se estava a passar?Bem...hoje não era mesmo o meu dia,devia ter ficado fechada no quarto a dormir.Ainda estava em choque.Como é possivel uma pessoa aparecer e desaparecer assim.E serei mesmo da familia desta gente?Ando a chegar à conclusão que no hospital enganaram-se.Devia haver mais alguma rapariga em coma,só podia!Mas se não fosse mesmo eu então ninguém me iria reconhecer,não se muda assim...acho eu."
Já não tinha a certeza de nada.Imaginava tudo mais um sonho daqueles que duram a noite inteira.Ainda não percebia porque é que aquele pirralho me tinha prendido e dito aquelas coisas horriveis,e quem era a senhora?Esta ultima vinha vestida com um roube dourado e umas botas castanhas,tinha o cabelo preto,a pele imensamente esticada e uma semelhança incrivel com a senhora simpática (talvez,minha mãe) de quem à horas atras tinha tratado tão mal.
Tudo a acontecer depressa de mais para mim.Não poderia simplesmente ir-me embora?Não!Algo me dizia para ficar,para descobrir o que tinha acontecido,para saber o porquê.
Do nada,apareceu de novo o clarão seguido da dita senhora vestida de dourado.
-Anda daí miuda,vamos para a sala da familia,Acho que precisas de saber umas coisitas sem importância.
-Hum...okay.
Descemos umas escadas,e ao fundo de um imenso corredor estava uma porta prateada,mais parecia o cofre.Não tinha maçaneta e sim um pequeno monitor.Ela bateu na porta 3 vezes e o monitor ligou-se transmitindo a imagem de um criatura estranha a comer um especie de roedor.Dei um pequeno grito,ao qual a senhora vestida de dourado levou a sua mau aos meus lábios e disso que era o guardião e nunca nos faria mal.Dificil de acreditar depois de ver a criatura mesmo a palitar os enormes dentes afiados.Tudo muito estranho.
-Sha Nagba Imurru.Persefone.A criatura olhava para nós atraves do monitor,acenou e a porta abriu-se automáticamente.
Fui invadida pela curiosidade de saber o que se encontrava do outro lado.Que genero de criatura aquela e porque é que a sala de familia?Que segredos continha?E o que era um guardião?
Segui a senhora vestida de amarelo,pois ainda tivemos que passar por um pequeno corredor de aço,sem janelas,completamente claustrofóbico,antes de chegar-mos à dita sala,e que sala!

Não tou com vontade de corrigir os possiveis erros.Venham de lá as criticas



Untill